sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Carnaval 2010


ONG Nova Cambuquira promove o carnaval infantil este ano, com a colaboração dos cambuquirenses, fantasiando 120 crianças para o matiné na rua direita.

O desfile da escolinha infantil será às 16 horas de Domingo e na terça de carnaval.

As fantasias serão emprestadas e ficarão sob nossa tutela até o próximo ano.

Faça reserva para seu filho, com Marilia Noronha.


Nota Técnica da Anvisa reafirma proibição de capina com agrotóxicos nas cidades

A capina química em áreas urbanas expõe a população ao risco de intoxicação, além de contaminar a fauna e a flora local. Por esse motivo, tal prática não é permitida. Para orientar municípios de todo país sobre os perigos do uso de agrotóxicos nas cidades, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (1), nota técnica sobre o tema.

“Esse esclarecimento está sendo efetuado devido ao recebimento de inúmeras denúncias sobre a realização dessa prática ilegal e questionamentos da sociedade sobre a real necessidade da pulverização desses produtos químicos em ruas, calçadas, praças e parques das cidades”, diz Dirceu Barbano, diretor da Anvisa. Devido à ausência de segurança toxicológica, desde 2003 a Agência não permite a aplicação de herbicidas em ambientes urbanos.

De acordo com Barbano, a prática de capina química cria dificuldades técnicas na conciliação da aplicação do agrotóxico em ambientes urbanos e a preservação da saúde da população das cidades. “Os herbicidas indicados para o uso urbano seriam os mesmos utilizados na agricultura, os quais possuem regras restritas para manipulação, aplicação e acesso posterior às áreas tratadas”, explica o diretor da Anvisa.

Todos os produtos registrados para uso agrícola possuem, como regra, um período de reentrada mínimo de 24 horas, ou seja, após a aplicação do produto, a área deve ser isolada e sinalizada e, no caso de necessidade de entrada no local durante este intervalo, o uso de equipamentos de proteção individual é obrigatório. Esse período de reentrada é necessário para impedir que pessoas entrem em contado com o agrotóxico aplicado, ainda molhado, o que aumenta muito o risco de intoxicação.

“Em ambientes urbanos, o completo e perfeito isolamento de uma área por pelo menos 24 horas é impraticável, isto é, não há meios de assegurar que toda a população seja adequadamente avisada sobre os riscos que corre ao penetrar em um ambiente com agrotóxicos, principalmente em se tratando de crianças, analfabetos e deficientes visuais”, pondera Barbano. Outro aspecto são os solos da cidade, que, na maior parte, sofrem compactação ou são asfaltados, ocasionando a persistência dos produtos por mais tempo no ambiente urbano, ao contrário dos solos agrícolas, que são permeáveis, diminuindo o acúmulo e facilitando o escoamento superficial do produto.

“A capina tem sido realizada rotineiramente por meio mecânico em vários municípios do Brasil, o que, além de não expor a população a riscos desnecessários, é ecologicamente correto e gera um grande número de empregos”, finaliza o diretor da Anvisa. Vale lembrar que mesmo após a aplicação de herbicidas, é necessário realizar a capina mecânica para se retirar a vegetação seca.

Texto de Danilo Molina , da Anvisa, publicado pelo EcoDebate, 03/02/2010



Esse esclarecimento está sendo efetuado devido ao recebimento de inúmeras denúncias sobre a realização dessa prática ilegal e questionamentos da sociedade sobre a real necessidade da pulverização desses produtos químicos em ruas, calçadas, praças e parques das cidades, diz Dirceu Barbano, diretor da Anvisa. Devido à ausência de segurança toxicológica, desde 2003 a Agência não permite a aplicação de herbicidas em ambientes urbanos.

De acordo com Barbano, a prática de capina química cria dificuldades técnicas na conciliação da aplicação do agrotóxico em ambientes urbanos e a preservação da saúde da população das cidades. Os herbicidas indicados para o uso urbano seriam os mesmos utilizados na agricultura, os quais possuem regras restritas para manipulação, aplicação e acesso posterior às áreas tratadas, explica o diretor da Anvisa.

Todos os produtos registrados para uso agrícola possuem, como regra, um período de reentrada mínimo de 24 horas, ou seja, após a aplicação do produto, a área deve ser isolada e sinalizada e, no caso de necessidade de entrada no local durante este intervalo, o uso de equipamentos de proteção individual é obrigatório. Esse período de reentrada é necessário para impedir que pessoas entrem em contado com o agrotóxico aplicado, ainda molhado, o que aumenta muito o risco de intoxicação.

Em ambientes urbanos, o completo e perfeito isolamento de uma área por pelo menos 24 horas é impraticável, isto é, não há meios de assegurar que toda a população seja adequadamente avisada sobre os riscos que corre ao penetrar em um ambiente com agrotóxicos, principalmente em se tratando de crianças, analfabetos e deficientes visuais, pondera Barbano. Outro aspecto são os solos da cidade, que, na maior parte, sofrem compactação ou são asfaltados, ocasionando a persistência dos produtos por mais tempo no ambiente urbano, ao contrário dos solos agrícolas, que são permeáveis, diminuindo o acúmulo e facilitando o escoamento superficial do produto.

A capina tem sido realizada rotineiramente por meio mecânico em vários municípios do Brasil, o que, além de não expor a população a riscos desnecessários, é ecologicamente correto e gera um grande número de empregos, finaliza o diretor da Anvisa. Vale lembrar que mesmo após a aplicação de herbicidas, é necessário realizar a capina mecânica para se retirar a vegetação seca.

Fonte: Ascom da Anvisa / Autora: Karla Tatiane de Jesus

sexta-feira, 13 de novembro de 2009



Este vídeo comprova a atuação da ONG Nova Cambuquira na ação civil pública contra a Codemig e o correto trabalho da Promotoria na figura do Dr. Cristiano Rocha Gazal.
Trata-se da obra que começou a ser feita na Fonte, com a nova canalização.
Quem fala é o Vice-Presidente da Codemig, o Dr. Carlile.
Presentes ao evento:
Secretária de turismo Érica Drumond, Prefeito, Presidente da Camara, autoridades em geral e sociedade civil.
Marilia Noronha

sábado, 7 de novembro de 2009


A Ong Nova Cambuquira tem o grande prazer de convidar para o lançamento do livro do Dr. Bergson Cardoso Guimarães, Coordenador das Promotorias Ambientais da Bacia, sobre as águas minerais, com todo o histórico de nossa luta e capítulo sobre Cambuquira.
Creio que mais que a nobreza de caráter, retidão, brilhantismo como autor, o Sul de Minas fica devendo eternamente ao grande amigo Dr. Bergson Cardoso Guimarães, lições de desenvolvimento sustentável, direito do cidadão, aprendizado sobre direito difuso e mais que tudo um orgulho imensurável de privar de sua amizade.
Contamos com todos os amigos e autoridades de Cambuquira que muito devem ao Dr. Bergson pela defesa corajosa do Circuito da Águas.
Atenciosamente,
Marilia Noronha

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

Ong Nova Cambuquira

"Temos certeza que todos os cambuquirenses sabem da luta da ONG Nova Cambuquira e não vão se deixar levar pelas inverdades de certos 'representantes do povo'.Este blog mais uma vez parabeniza a coragem e a postura ética dessa entidade que sempre se colocou na defesa do nosso maior patrimônio que é a ÁGUA e do meio ambiente em que vivemos."

Postado por Antonio Almeida

O minério não tem duas safras

Minas não será o chapeuzinho vermelho, como quer o ministro das Minas e Energia Edison Lobão. O desabafo é do deputado federal José Fernando Aparecido de Oliveira (PV), que luta desde o início do seu mandato para fazer o novo marco regulatório da mineração, incluindo o aumento dos royalties, o que beneficiará Minas - produtor de 70% do minério brasileiro - e outros Estados produtores.
Hoje, 20 projetos discutem, no Congresso, os royalties dos minérios. O próximo capítulo da novela começa em breve, com a criação de uma comissão especial na Câmara Federal para debater o novo marco regulatório da mineração. No petróleo o final foi feliz ainda na gestão de Fernando Henrique Cardoso, com benefícios a Estados produtores como o Rio de Janeiro, agora de olho no pré-sal. No caso da mineração, a nova lei, se votada, pode incluir tópicos importantes como a desmontagem dos Departamentos Nacionais de Produção Mineral (DNPMs) -, que seriam transformados em uma única agência reguladora. "Afinal", diz-me José Fernando, "da forma simplória como são feitos os registros de jazidas de minério, quem supostamente chega primeiro bebe água limpa, ou minério limpo". Enquanto isso, a corrupção cresce como mato nos DNPMs em relação às pequenas, médias e grandes jazidas - realidade que o deputado do PV mineiro quer mudar com a agência reguladora.

José Fernando pede o apoio da bancada de Minas e de outros setores do Estado para a luta pelo novo marco regulatório da mineração, que é importante para o país e mais ainda para Minas - o maior produtor mundial de minério, que não tem duas safras, como lembra o velho slogan. Precisamos, para cobrir os buracos, de montanhas de royalties para que Minas, como a Itabira de Carlos Drummond, não seja apenas um retrato dolorido na parede.